quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Iniciaremos hoje uma série de pequenos textos sobre temas relevantes e ligados à minha candidatura à Câmara Municipal de São Paulo nas próximas eleições. 


O tema escolhido hoje foi a questão de representação política partidária no Brasil. Não é muito difícil, àqueles que acompanham o cenário político no Brasil, perceber que a representação partidária nunca se consolidou na democracia brasileira. Seja no período da República Liberal (1946 – 1964), seja a partir da redemocratização, o brasileiro votou muito mais nos candidatos e não nos partidos. 


Trata-se de um fenômeno antigo, enraizado na cultura eleitoral da população. Nosso sistema eleitoral vigente não exige do eleitor que olhe com atenção o partido do candidato em que escolhe votar. Sendo assim, pessoaliza-se o voto, deixando-se de lado as bandeiras e programas dos partidos políticos. Dessa forma, aqueles eleitos não se sentem obrigados a adotar programas e formulações pelos partidos que lhe deram espaço para disputar uma eleição. Filiar-se a um partido, para muitos candidatos, parece ser mais uma formalidade, quando não um obstáculo. 


Num sistema mais rígido, em que as intenções e programas dos partidos realmente representam um norte e, até mesmo, uma obrigação a ser seguida pelos vereadores, deputados e senadores eleitos, verificar o programa de um partido é, de fato, decisivo na escolha de um voto. É mais importante até do que escolher na pessoa em quem votar.   


Pode-se ampliar a discussão, apontando diferenças entre o sistema parlamentarista e o presidencialista, adotado no Brasil. Seria natural um certo grau de personalismo no presidencialismo, em que existe a figura do Presidente, mas ao mesmo tempo há a necessidade de que se formem coalizões em cada parlamento, seja ele federal estadual ou municipal para que o Chefe do Executivo tenha condições políticas de governar. Apesar da figura dominante do Presidente, no Brasil (e dos Prefeitos e Governadores, diga-se) é necessário que se garanta maioria de apoio nas casas legislativas. 


Ou seja, teoricamente deveria ser importante para todos observar o comportamento dos partidos também no parlamento. Descobrir o que aconteceu primeiro, a despreocupação do eleitor com o partido político de seu candidato. o sistema eleitoral que não favorece essa atenção ou até mesmo os próprios partidos que, na prática política, não se notabilizam por consistência programática, é tarefa inglória. 


Inglória também é a tarefa de mudar esse quadro. Mas, como uma das principais bandeiras de minha campanha é atender o evidente anseio da população por renovação dos quadros e também das práticas políticas, nada mais correto do que, além de promover meu nome como candidata à Câmara Municipal nas próximas eleições, aproveitar esse espaço para expor as ideias do Partido Verde. 


Por isso é que em todos as minhas manifestações públicas e em toda a condução da campanha, darei especial destaque não só às minhas propostas mas também àquelas que nasceram e fazem parte dos programas do Partido Verde Fortalecer os partidos, no momento de descrédito com a classe políticas e com a própria atividade política em si, é tarefa da nova geração de pessoas que ainda acredita na política como forma de resolver os problemas dos municípios, dos estados e do país. Utilizarei esse espaço, portanto, para divulgar o trabalho, as ideias e a história do Partido Verde!



#EMPODEREumaVERDE #PV #Eleições2016

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Almoço do primeiro dia

Saladinha! Será que sobrevivo?

Desafio Pesada Ecológica

#pesadaecologica
Projeto menos 10 + 100
Para cada quilo eliminado 10 árvores plantadas essa é a minha pesada ecológica 
Por uma São Paulo mais bela e menos cinza!
Qual é a sua pesada ecológica ?

quinta-feira, 28 de abril de 2016

PEC do licenciamento


Entrevista para o Fomenta sobre o PEC 65/2012 que pode representar o fim do licenciamento ambiental.